LUCIFER DESTRONADO PDF

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Author:Brabei Kazikree
Country:Pacific Islands
Language:English (Spanish)
Genre:Finance
Published (Last):16 September 2017
Pages:69
PDF File Size:4.77 Mb
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ISBN:518-5-66619-416-5
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Os bons perderam toda a convico, Os maus, porm, com impetuosa violncia esto. Certamente algo est para se revelar; Certamente a Segunda Vinda no vai tardar Mais uma vez as frevos desvanecem; mas agora posso saber Que vinte sculos de um sono pesado Tornam-se em pesadelo pela ao de um bero agitado. Epara os rudes e cruis, sua hora p or fim chegou.

Haver indiferentes para com Belm que ainda ho de nascer? A Segunda Vinda - de W. Yeats oc no faz idia do que seja acordar com uma necessidade de sentir gosto de sangue em sua boca. Voc no pode imaginar o que dirigir o carro meia-noite, pelas ruas molhadas de chuva de uma cidade, torcendo para en contrar uma mulher solitria com quem possa satisfazer um forte desejo Sem dvida que esse um pensamento apavorante, at mes mo ofensivo, para a maioria das pessoas.

Tenha pacincia comigo, porm, ao introduzi-lo num mundo por onde poucos tm andado. Isso lhe dar condies de compreender de onde vim, a fim de poder avaliar melhor o que Satans pode fazer s pessoas e, o que mais importante, o que Jesus Cristo pode fazer p o r elas.

JEu costumava acordar com uma forte necessidade de sentir gosto de sangue em minha boca, tal como o fumante inveterado levanta-se tateando com a mo, procurando o mao de cigarros ao lado de sua cama. Meu despertar era diferente do da maioria das pessoas, pois acontecia no fim da tarde. Tinha arranjado trabalho noite primeiro como vigia, depois como entregador da edio matutina de um jornal.

Geralmente, eu dormia num quarto pequeno, com as janelas totalmente revestidas com cortinas de veludo prpura, para no deixar entrar um raio sequer de sol. Dormia no cho, tendo ao meu redor pinturas satnicas nas paredes e no teto, as quais tinham o propsito de serem portas de entrada para outras di menses da realidade outros universos. Em certas pocas do ano, quando eu enfrentava uma situao mais difcil, dormia num caixo funerrio especialmente construdo para mim, de acordo com prescries ocultistas bem precisas, for rado no fundo com uma terra sagrada, trazida do cemitrio cat lico da minha cidade natal.

Muito desta terra ficava bem embaixo do meu travesseiro. Mas eu tinha necessidade de sangue! Diferentemente dos ou tros pecadores, interessados sexualmente no corpo de uma mulher, meu nico interesse era o seu pescoo ou as suas artrias do fmur.

Minha vida era vivida praticamente nas trevas, e eu adorava enti dades espirituais que eu chamava de os Grandes Seres da Antigui dade. Lcifer era apenas um deles, embora um dos mais Lcifer DestronAdo 3 1 de ouubro de A vspera do Dia de Todos os Santos veio sobre aquela cidade do interior, no Meio-Oeste dos Estados Unidos, como um grande fantasma predador com o som do seu esqueleto se arrastando pela noite afora.

Era esse o segundo dia do ano preferido daquele garoto, s perdendo para o Natal. Todo ano, no dia de Halloween, ele vestia uma fantasia bizarra e saa para pedir doces, pipoca e chocolate, como costume nos Estados Unidos. Ele gostava das guloseimas que ganhava, mas sentia que havia algo muito estranho na atmos fera daquele dia.

O menino gostava do ar agradvel do outono, perfumado com a fragrncia das folhas secas se queimando. Apreciava tambm a camaradagem de seu melhor amigo, que com ele saa em busca das prendas por toda a cidade. E, naquela noite, havia certa sensao de perigo no ar, suficiente para tornar a amizade que os unia algo muito especial.

Gnt r on importantes. Eu acreditava que esses seres estavam me transfor mando num ser imortal. Meus heris eram homens como Nero, Hitler e Drcula, e eu acreditava ter contato dirio com eles mediante o recebimento de espritos. Eles me guiavam eram espritos destituidos de qual quer santidade, que serviam a um senhor tambm profano , e eu obedecia a eles com um prazer embriagador e sinistro. Como que um ser humano pode degradar-se a tal ponto? Como pode algum tornar-se to pervertido e maligno, tendo de viver custa de sangue humano?

As respostas para estas perguntas encontram-se neste livro na histria real de algum que foi vti ma de uma trajetria maligna, da qual no h como escapar, exceto por meio de Jesus. Aquele ano no foi exceo. Ele saiu com uma roupa em farrapos e maquiado para parecer um mendigo. Seus pais lhe haviam ensinado, desde a idade em que pde comear a sair para a brincadeira do Dia das Bruxas, que fantas mas, bruxas e demnios no existem.

Mas o clima sinistro da festa criava uma espcie de temor seguro e cmodo, que fazia da condi o de ter amigos a coisa mais desejvel naquela noite. Dez anos se passaram at o dia em que a alegria do Halloween seria manchada como que por doces envenenados e pipocas com agulhas escondidas no melado.

O charme daquela noite seria assim, sutilmente temperado, como se fosse uma bebida forte contendo uma pitada de algo desconhecido.

E, ain da, para que tudo ficasse do jeito que o menino gostava, ele fre qentava um colgio catlico, que guardava feriado no Dia de Todos os Santos, o que resultava, para ele, motivo de grande alegria, a fa lta de aula no dia seguinte. A estratgia dos dois meninos era percorrer de cima a baixo todas as ruas situadas na direo norte sul daquela pequena co munidade e depois irem no sentido das transversais leste-oeste. Era um vilarejo de menos de mil habitantes, de modo que aque les meninos, cheios de energia e bastante animados, podiam per feitamente passar por todas as casas, o que, para eles, era um verdadeiro divertimento.

Quando chegaram velha penso da cidade, eles faturaram como nunca. A gerente tinha feito com que os seus hspedes, em torno de dez, colocassem suas ddivas numa enorme mesa, na en trada da penso, para que os meninos no precisassem subir e des cer as escadas para os corredores.

Os meninos haviam programado chegar l bem cedo; mesmo assim, suas sacolas j estavam quase pela metade! Seus pais os queriam de volta a casa por volta das 8h30 da noite; assim, contavam ainda com mais de uma hora. Naquela noite, quando estavam indo pela Rua Trs em dire o escola pblica, o garoto e seu companheiro deram, ento, uma parada e, por um momento, ficaram em silncio, contem plando as luzes e as lanternas feitas de abbora moranga, como mscaras, atravs de cujos olhos e boca, recortados, brilhavam velas acesas em seu interior iluminando as escuras caladas co bertas de folhas secas do outono.

Ento, casualmente, o menino olhou para cima, por entre os galhos despidos das rvores da rua, e viu algo que transformaria para sempre a sua vida. O brilhar das estrelas naquela noite de outubro, que at en to ele podia ver muito bem, de repente desapareceu ou foi coberto por alguma coisa.

Toda a abbada celeste agora parecia contorcer-se como algo vivo ou, talvez, como um grupo de coisas vivas. A princpio, o menino no conseguiu discernir o que estava vendo.

Pareciam muitos cachos de uvas que se sacudiam de dor, suspensos como se fossem tumores obscenos, escuros, que obscureciam o firmamento estrelado. Assim que o menino, boquiaberto foi saindo bem devagar de sob os galhos daquelas rvores que se espalhavam por todas as direes, as coisas ficaram um pouco mais ntidas. Cada um da queles cachos comeou a se abrir, aos poucos, tornando-se horri pilantes.

Ento ele percebeu o que de fato eram: um bando de enormes criaturas que se pareciam com morcegos, furando com suas pequenas garras ossudas o manto aveludado da escurido noturna! Os olhos de tais criaturas, ento, se abriram. Apesar de serem demasiadamente horrorosas, foi desse modo que ele pde ver, com maior facilidade, quantas eram. O que viu, deixou-o estarrecido. Pareciam milhares!

Milhares de olhos de um vermelho acentuado faiscavam naquela massa de seres mrbidos que dele se aproxima vam. Os olhos que ele via pareciam entorpecer a sua alma. Agora voc nos pertence. B n l r o n i z A i o Estas palavras ressoaram em sua mente como a badalada de um grande sino. Um sentimento de terror, no apenas um medo desconfort vel, mas um glid o e horrendo pavor, como um calafrio, percorreu de cima a baixo toda a sua espinha dorsal.

Um estranho poder, com uma fora irresistvel, despencou sobre ele, fazendo-o cair de joelhos. Ei, Bill! O que voc est fazendo a? O ansioso e amistoso grito do seu companheiro, que havia se afastado um pouco dele, captou de volta sua ateno.

Ele olhou para o amigo, agora muitos metros sua frente, e arreganhou os dentes num falso sorriso, nervoso, demonstrando no saber o que estava acontecendo. Voltou ento a olhar para o cu, mas nada viu, seno estrelas. Era evidente que o seu amigo no havia percebido nada de anormal. Desvencilhando-se de todo o seu deprimente terror, e recupe rando-se da viso assustadora que quase o matou, o garoto correu ento para alcanar seu amigo. No ano seguinte, ele observou o cu da Rua Trs e apenas uma estrela cadente perturbou o cenrio daquela noite.

Desde ento, a cada noite de Halloween, com o passar dos anos e avanando em sua adolescncia, olhava para o cu para ver se aquelas horrorosas e desagradveis criaturas de olhos vermelhos apareceriam de novo no cu.

Mas nunca voltaram. Quando chegou maturidade, ele se tornou cada vez mais fascinado pelo desconhecido. Passou a estudar a respeito de discos voadores, fantasmas, casas mal-assombradas, parapsicologia e Tringulo das Bermudas.

Devorava todos os livros sobre esses as suntos que podia encontrar, para estranheza de seus pais. Todo ano, saa fielmente a cumprir o seu ritual do Halloween, mas ja mais voltou a ter uma viso como aquela. Um encontro bem diferente daquele, no entanto, o esperava, alguns anos depois. Sua mente j havia sido preparada para encarar o desconhecido, o extraordinrio. Alm disso, naquela amaldioa da noite de Halloween, uma porta se abrira totalmente na alma do menino.

Algo pernicioso, asqueroso, destrutivo e maligno vie ra entronizar-se nele. Ao ser algum tocado pelas glidas asas do submundo, pare ce que a pessoa mesmo uma criana - fica excepcionalmente sensibilizada por certos momentos e lugares.

KH iielA nder, U Jis c o n s in - 19 65 a Desde o incio de sua adolescncia, a cada dois anos, o menino ia com seus pais a um local de veraneio junto s florestas do norte de Wisconsin. Eles alugavam uma cabana junto a um lago. Era um belo lugar. Certa ocasio, quando l chegaram, numa noite de vero, o menino, agora um adolescente, estava no embarcadouro contem plando o lago. Era um local relativamente deserto, mas luminrias brilhavam por toda a margem.

O fulgor das estrelas era excepcio nal. Ele desfrutava da beleza daquela noite e no lhe ocorria pensa mento algum sobre espritos ou coisas estranhas. De repente, algo esquisito comeou a acontecer ao seu redor. As rvores em torno do lago passaram a agitar-se, como que sacudidas por um forte vento mas no estava ventando. Muito admirado e com certo medo, ele olhou para os pinheiros que ba lanavam de um lado para o outro.

Parecia assistir televiso com o som desligado! Ele chegou a tapar os ouvidos, testando-os, para ver se no estava tendo algum problema auditivo. At mesmo o rudo noturno dos insetos e dos sapos havia de saparecido.

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